top of page

Fratura: quando o delírio é o último refúgio do eu

(Uma leitura psicanalítica do filme Fratura — Brad Anderson, 2019)

Aviso de spoilers: este artigo analisa pontos decisivos da trama e do desfecho.




1) Por que Fratura interessa à psicanálise

Desde Freud, a psicanálise interroga não apenas os sintomas, mas as ficções que sustentam a vida psíquica. Em Fratura (2019), acompanhamos Ray, um pai que leva a filha ferida a um hospital remoto e, a partir daí, experimenta o desaparecimento da esposa e da criança, a hostilidade de funcionários e um labirinto de procedimentos sem respostas. A tensão narrativa cresce até a revelação de que aquilo que víamos como realidade era, na verdade, uma versão delirante montada pelo protagonista para sobreviver ao insuportável.

Se a neurose recalca, a psicose reconstrói. O filme é precioso justamente por dramatizar a função “terapêutica” do delírio: quando a verdade é intolerável, a mente fabrica uma verdade vivível. Este é o eixo sobre o qual gira a nossa leitura: Fratura como clínica do delírio, onde o eu, à beira do colapso, inventa uma realidade que o absolva da culpa e reordene o mundo.



2) Delírio como tentativa de cura: a lição freudiana

Em 1911, Freud, ao estudar o célebre Caso Schreber, formula uma tese essencial: o delírio é uma tentativa de reconstruir o mundo após o seu desmoronamento subjetivo. O que cai, na psicose, é a amarração simbólica da realidade; o delírio, então, ergue uma nova arquitetura de sentido para que o sujeito não se desintegre.

Em Fratura, o ponto de colapso é a cena traumática inaugural (o acidente e suas consequências). Em vez de elaborar a perda, Ray a apaga e substitui por uma narrativa de perseguição: o hospital torna-se cúmplice de um crime, a filha e a esposa foram levadas, e ele, o pai, precisa salvá-las. Não é um “erro de percepção” banal, mas uma operação de sentido: Ray costura um mundo alternativo que permita sustentar o eu — um eu que, de outro modo, seria esmagado pela culpa e pelo horror.

Essa operação tem lógica clínica: o delírio reescreve a causalidade. Aquilo que, na realidade objetiva, seria vivido como culpa e impotência, na realidade delirante transforma-se em missão e reparação. O pai não é quem falhou; é quem luta contra uma conspiração. A dinâmica é de uma clareza paradigmática: o delírio salva o eu do naufrágio.



3) A chave lacaniana: forclusão e retorno do real

Lacan radicaliza a leitura: na psicose, o que está em jogo não é apenas o excesso de sofrimento, mas um furo estrutural — a forclusão do Nome-do-Pai, significante da Lei que dá consistência à realidade. Quando esse operador simbólico não se inscreve, o sujeito não dispõe da mesma costura simbólica que, nas neuroses, faz mediação entre desejo, lei e gozo. O real invade, e o sujeito precisa inventar uma suplência.

Em Fratura, o “hospital” é mais do que cenário: é metáfora tópica do inconsciente. Corredores idênticos, portas que não se abrem, documentos que não coincidem, olhares evasivos — toda a lógica do Outro aparece como enigma ameaçador. A instituição (hospital) representa a Lei; no delírio de Ray, a Lei é perversa, “rouba órgãos”, mente, encobre crimes. Isto condensa a relação típica da psicose com o Outro: o Outro é suspeito, persecutório, não garantidor da lei, mas agente do mal. Esse deslocamento é o modo como a subjetividade psicótica trata a forclusão: se falta a Lei simbólica, resta combatê-la como se fosse um complô.

O “retorno do real”, por sua vez, surge em fissuras: lapsos, ambiguidades de tempo, erros de continuidade que o filme semeia como indícios (o que vimos e o que “foi visto” por Ray não batem). São pontos onde o real insiste, ameaçando furar a fábula. A montagem visual, por isso, cumpre função clínica: o espectador experimenta uma transferência com o delírio — acredita, duvida, volta a acreditar — até o momento em que a costura se desfaz e a verdade irrompe: não havia ninguém para salvar.



4) Paranoia, não esquizofrenia: qual “tipo” de psicose vemos?

Convém diferenciar. Na esquizofrenia, costuma haver desagregação do discurso, neologismos, rupturas sintáticas; o sujeito perde a linearidade da narrativa. Em Fratura, ocorre o contrário: o discurso é rígido e coerente (ainda que falso). Há convicção inabalável, encadeamento lógico e missão. Isso se ajusta melhor à psicose paranoide: o delírio organiza o mundo com uma lógica férrea (perseguição → sequestro → resgate).

Essa coerência intrapsíquica é tão importante quanto enganosa. “Faz sentido” — dentro da chave delirante. A psicose paranoide fecha a realidade num circuito interpretativo: tudo confirma a hipótese do protagonista. A desconfiança generalizada é um mecanismo de defesa que opera como estrutura de sentido.



5) Culpa, supereu e redenção: dinâmica afetiva do delírio

O delírio de Ray não é “gratuito”: ele compensa um núcleo de culpa que, de outro modo, despedaçaria o eu. A psicanálise chama de supereu essa instância moral cruel que acusa e exige punição. Quando o sujeito não suporta o que fez (ou o que testemunhou), pode produzir uma narrativa onde passa de culpado a salvador. É a fantasia de redenção.

No filme, o herói que “salva” a filha é a contraface do pai que falhou. O supereu não desaparece: transforma-se em missão. O resultado é paradoxal: o delírio anestesia a culpa, mas firma a condenação do sujeito a viver num mundo em guerra — contra o hospital, contra o sistema, contra todos. A aparência de alívio vem com um preço: viver em estado de sítio.



6) O hospital como alegoria do inconsciente

O espaço hospitalar cumpre cinco funções simbólicas decisivas:

  1. Labirinto: metáfora da repetição. Os corredores são “o mesmo” reencenado — a pulsão retorna ao ponto de partida.

  2. Burocracia opaca: o discurso do Outro que não responde — fichas, telas, protocolos funcionam como significantes vazios.

  3. Sala subterrânea / área restrita: o recalcado (ou, na psicose, o forcluído) – aquilo que só se acessa por meio de violações e atos.

  4. As “provas” que nunca fecham: a lógica delirante transforma qualquer não-evidência em evidência da conspiração.

  5. Equipe “antagônica”: projeção do Outro perseguidor; o hospital encarna a Lei sem garantias.

A direção de arte intensifica a sensação de desconexão: luz fria, superfícies assépticas, sinalização que pouco ajuda. O sujeito não se orienta: sem Nome-do-Pai, não há bússola simbólica.



7) Verdade objetiva vs. realidade psíquica

A distinção é crucial. Verdade objetiva: o que “de fato” aconteceu. Realidade psíquica: o que o desejo e o gozo tornam vivível. Para a clínica, interessa saber como o sujeito sustenta a realidade que o sustenta. Em Fratura, o que vemos é a alucinação narrativa do protagonista: a diegese se dobra à realidade psíquica.

A psicanálise não “desmente” simplesmente a versão delirante — interroga sua função. Que sustento ela fornece? Que prazer (gozo) ela organiza? Que culpa ela afasta? O filme nos ensina a escutar a lógica do delírio antes de pretender corrigi-lo. Na vida clínica, desmontar a fantasia de uma vez pode ser desastroso; é preferível interpretar as bordas, favorecer pequenas retificações subjetivas e encontrar suplências menos mortíferas.



8) Temporalidade: quando o tempo se parte

O título Fratura vale também para o tempo. O passado recente (o acidente), o presente (a busca) e o futuro (o resgate) não se articulam; vivem-se como camadas. A psicose frequentemente quebra a temporalidade: o sujeito não consegue encadear antes-agora-depois. Em Ray, o tempo é projetado para frente como uma missão (salvar), ao preço de apagar o que o antecede (perder).

Esse curvar do tempo tem sentido clínico: onde a história fere, a narrativa falha. Se há um ponto inassimilável, a experiência temporal circula nesse “buraco”, repetindo e deslocando. O filme encena essa lógica ao nos fazer voltar a espaços e cenas com variações — como num sonho que insiste.



9) O corpo em cena: sensação, ferida, gozo

A psicose é também clínica do corpo. Vozes, sensações cenestésicas, dores sem causa — são modos de intrusão do real no organismo. Em Fratura, o corpo ferido da filha e a mão tremendo de Ray cumprem duas funções: (a) gatilho do colapso e (b) campo de inscrição de um gozo que excede a palavra. A ferida literal abre espaço para a ferida simbólica: o pai que não consegue articular o que se passou, “traduz” em ato (invadir, acusar, raptar).

Quando a simbolização falha, o corpo fala — e, às vezes, age. O tour de force do protagonista pelo hospital é uma coreografia do real, expressão motora do que não pôde virar fala.



10) O lugar do pai: queda, missão e delírio de salvação

Freud mostrou como a função paterna não se reduz ao pai biológico: é uma função simbólica. Em Fratura, o “pai” cai — não sustenta, não garante. O delírio responde com um hiper-pai: Ray torna-se o herói absoluto, o único capaz de salvar. A “missão” é como o sujeito cola novamente a imagem de “bom pai” sobre o buraco da falha real.

Lacan diria: quando falta o Nome-do-Pai, inventam-se nomes. O “salvador” é um desses nomes. Ele dá consistência imaginária onde falta amarração simbólica. Por isso, a convicção delirante é inabalável: sem ela, o eu rui.



11) Ética do espectador: suportar (ou não) o intolerável

Assistir Fratura é uma experiência ética: somos conduzidos a acreditar em Ray, depois duvidar, depois acreditar de novo. O filme instala a transferência — o espectador toma o protagonista como sujeito suposto verdadeiro. Quando a verdade emerge, a experiência é de perda: perdemos o sentido que tínhamos. Isso nos devolve uma lição clínica: a verdade, na psicose, não pode simplesmente ser “dita”; ela precisa ser sustentada por um trabalho de costura.

A ética aqui não é a de “desmascarar”, mas a de compreender o preço psíquico de cada versão de realidade. A versão verdadeira destrói; a versão delirante mantém vivo. O que a clínica pode oferecer é outra via de sustentação, menos custosa do que viver em guerra contra o mundo.



12) Psicose ordinária e desencadeamento: a clínica de hoje

Os pós-lacanianos, como Jacques-Alain Miller, descrevem formas ordinárias de psicose: sujeitos que funcionam socialmente, sem delírio manifesto, até que um evento (um nascimento, uma perda, uma humilhação) desencadeie o colapso. Fratura ilustra com precisão esse ponto de fratura: o sujeito aparentemente “normal” encontra um acontecimento inassimilável e, para não desabar, migra para a versão delirante.

Isso importa para nossa época: vivemos sob pressões de desempenho, vínculos frágeis, redes que exibem “vidas perfeitas”. A ordinariedade do funcionamento pode esconder costuras precárias. O cinema, ao dar figura a esse colapso, nos ajuda a reconhecer sinais antes da catástrofe.



13) Por que não é “só um thriller”: a potência clínica do filme

Chamar Fratura de “thriller psicológico” é empobrecer sua potência. A obra funciona como estudo de caso ficcional — uma vinheta clínica onde vemos:

  • o nascimento do delírio;

  • sua função de estabilização;

  • a convicção que o alimenta;

  • as fissuras por onde o real retorna;

  • e o desfecho, em que a verdade se impõe tarde demais para evitar o dano.

Para a clínica, isso tem valor didático real. Alunos e profissionais podem, com o filme, apreender a lógica da psicose para além de listas de sintomas. O que está em jogo não é “ver coisas que não existem”, mas produzir um mundo onde seja possível existir.



14) Diferencial psicanalítico: escutar a função, não só o conteúdo

A leitura psicanalítica distingue-se da psiquiatria descritiva por perguntar a função. Não apenas “o que” o sujeito crê, mas “para quê”. Em Ray, a crença preserva um resto de dignidade, tapa o buraco da culpa, devolve agência (ele faz algo). Se a clínica se limita a desconfirmar a crença, retira-lhe o andaime sem construir outra sustentação. A ética analítica exige prudência: interpretar bordas do delírio, ampliar a margem de simbolização, oferecer suportes alternativos (laço, palavra, nomeações menos rígidas) até, quem sabe, permitir alguma retificação do sujeito diante de sua história.



15) Ecos do Caso Schreber: Deus, sistema e lei

No Caso Schreber, o sujeito crê ser chamado por Deus a regenerar o mundo. Em Fratura, não há Deus, mas há um Sistema onipotente (hospital, burocracia, “máquina de moer gente”). A homologia salta aos olhos: onde a Lei simbólica falta, o sujeito a reencontra como Lei persecutória. O “chamado” de Ray — salvar a filha — é uma variação secular do mandato divino. Em ambos, o delírio estabiliza um mundo que, sem isso, se desfaz.



16) O momento do colapso: quando a fábula não se sustenta

O filme conduz a um ponto em que a fissura se abre: detalhes acumulados, contradições, objetos “fora de lugar” fazem a narrativa cair. O espectador vive o choque como desilusão; o sujeito, como catástrofe. Aqui reside uma verdade clínica dura: para alguns sujeitos, a verdade mata (no sentido simbólico do termo). Por isso, na psicose, não há cura pela verdade, mas caminhos de amarração — certos sinthomas, diria Lacan, modos singulares de amarrar RSI (Real, Simbólico, Imaginário). Fratura termina sem esses arranjos, expondo o protagonista e a audiência à crueza do real.



17) Transferência e ponto de vista: o espectador como cúmplice

A construção do filme não é neutra: ela nos coloca no lugar de Ray. Vemos o que ele vê, acreditamos no que ele acredita. Esse procedimento faz do espectador um sujeito suposto saber invertido: acreditamos que sabemos o que se passa porque vemos pelos olhos dele. Quando a trama gira, cai também nossa ilusão de saber. Isso tem efeito didático: a psicose não é “o outro estranho”; qualquer um, em determinadas condições, pode precisar de uma fábula para continuar. A empatia que o filme produz é, em si, uma experiência ética: reconhecer o desamparo que nos habita.



18) O que Fratura ensina à clínica

  1. O delírio tem função. Antes de corrigi-lo, é preciso compreendê-lo.

  2. A culpa mascara-se de missão. Onde o supereu devasta, o sujeito inventa um “dever” absoluto.

  3. A Lei pode aparecer como complô. Na psicose, o Outro é vivido como invasor.

  4. A temporalidade se dobra. Sem costura simbólica, passado e presente não encaixam.

  5. O corpo fala. Quando a palavra falha, o corpo atua e sente demais.

  6. A verdade não basta. É preciso suplências (nomes, laços, obras, rituais) que amarrem o sujeito ao mundo.



19) Uma nota sobre classificação: por que importa “nomear bem”

Dizer que se trata de psicose paranoide, e não de esquizofrenia, não é preciosismo. Nomear corretamente orienta o manejo. Diante de um paranoide, confrontos frontais tendem a intensificar a vivência persecutória. Com o sujeito esquizofrênico, a tarefa é sustentar o laço e costurar linguagem. No caso de Ray, impor-lhe de fora a “verdade” (você está enganado) seria acrescentar mais perseguição ao seu mundo. A clínica exige delicadeza tática.



20) Conclusão: o último refúgio do eu

Fratura dá forma cinematográfica a uma das teses mais potentes da psicanálise: o delírio não é um erro, é um refúgio. Refúgio precário, por vezes devastador, mas ainda assim refúgio. Quando o real rompe a pele do sentido, a mente desenha uma imagem para não sangrar até a morte.

Ver o filme com olhos de psicanálise é despatologizar o espetáculo e restituir ao delírio sua dignidade trágica: ali há dor, mas também engenho, poesia, luta pela sobrevivência subjetiva. Nem por isso idealizamos a psicose; aprendemos, com ela, a humildade clínica: não há cura sem costura, não há verdade que dispense um mínimo de ficção.

Talvez este seja o ponto mais comovente de Fratura: mostrar que, por trás do “louco”, há um pai tentando não morrer por dentro. E que, se a realidade o destrói, ele inventa outra — não por capricho, mas por necessidade vital. A pergunta que nos resta é clínica e ética: que outras invenções — menos cruéis — podemos ajudar a tecer com ele?


Bibliografia recomendada para o artigo

Freud, Sigmund

  • Freud, S. Observações psicanalíticas sobre um caso de paranoia (Dementia Paranoides) / O caso Schreber (1911). Tradução: Paulo César de Souza; in Obras Completas, Vol. 10, Companhia das Letras, São Paulo, 2010. Companhia das Letras+1

  • Freud, S. Luto e Melancolia (1917).

  • Freud, S. O Inconsciente (1915).

Lacan, Jacques

  • Lacan, J. O Seminário, Livro 3: As Psicoses (1955-56). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985 (edição brasileira). Instituto Psicanálise MG+1

  • Lacan, J. O Seminário, Livro 23: O Sinthoma (1975-76). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. Recima21

  • Lacan, J. Escritos (seleção de textos sobre Nome-do-Pai, forclusão, “De uma questão preliminar…”)

Pós-lacanianos / literatura contemporânea

  • Jacques-Alain Miller — As Psicoses Ordinárias

  • Jean-Claude Maleval — Lógica do Delírio

  • Antonio Quinet — Psicose e Laço Social

  • Colette Soler — O Inconsciente a Céu Aberto

Autor nacional

  • Ferreira, Deivede Eder — Dicionário Básico de Psicanálise: Sigmund Freud. (Edição e editora a verificar; disponível em Amazon Brasil)


51 comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
Convidado:
há 9 horas

Từ quá trình xem xét nhiều nền tảng giải trí, mình thấy TG88 có cách tổ chức các khu vực nội dung tương đối rõ ràng. Casino trực tuyến, nổ hũ, bắn cá và thể thao được tách thành từng nhóm nên việc tiếp cận từng phần khá nhanh. Mình nhận thấy giao diện không đưa quá nhiều thông tin vào cùng một khu vực, nhờ vậy quá trình quan sát lâu vẫn tương đối thoải mái. Khi thử chuyển đổi giữa bắn cá và casino trực tuyến, tốc độ xử lý khá ổn định, phản hồi không mất nhiều thời gian. Tổng thể bố cục mang lại cảm giác khá dễ sử dụng

Curtir

Convidado:
há 2 dias
Avaliado com 1 de 5 estrelas.

Trong một phiên gần đây với JD88 , mình chủ động chuyển hẳn sang điện thoại để xem thói quen sử dụng có thay đổi nhiều không. Mình muốn kiểm tra khả năng thích nghi trong một phiên đủ dài chứ không chỉ qua vài thao tác ban đầu. Mình sử dụng thể thao, tiếp tục với casino rồi nổ hũ. Website được tối ưu cho cả máy tính và thiết bị di động, trong khi các danh mục vẫn giữ cách sắp xếp khá rõ. Mình không phải hình thành một cách định hướng hoàn toàn mới trên màn hình nhỏ. Với mình, khả năng đa thiết bị bổ sung khá tự nhiên cho những lúc môi trường sử dụng…


Curtir

Convidado:
há 2 dias

Dùng một thời gian rồi mình mới nhận ra llwin không chỉ tập trung vào các trò chơi mà còn mở rộng sang thể thao điện tử. Ban đầu mình chú ý bóng đá và bóng rổ nhiều hơn, sau đó mới xem đến League of Legends, CS:GO và Dota 2. Mỗi nhóm có cách tiếp cận khá khác nhau, đặc biệt khi esports có nhịp trận nhanh và nhiều thông tin. Mình thấy việc tách esports thành một khu riêng giúp danh mục dễ nhận diện hơn. Đây là chi tiết trước đó mình khá dễ bỏ qua khi chỉ xem tổng thể.

Curtir

llwincash
há 3 dias
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Trong quá trình khám phá llwin, mình quan sát nhiều hơn cách một hệ sinh thái nội dung được xây dựng và liên kết. Hệ thống có thể loại như thể thao, game bài, casino, bắn cá, nổ hũ và đá gà, cho thấy phạm vi chuyên mục khá rộng. Mình chú ý cách các khu được tách riêng để người dùng dễ định hướng, đồng thời vẫn giữ chung cấu trúc giao diện. Bên cạnh nội dung, những phần như giao dịch, chăm sóc khách hàng và bảo mật cũng được đưa vào hệ thống. Theo mình, cách tổ chức nhiều khu chức năng như vậy giúp việc tìm kiếm và theo dõi nội dung trở nên thuận tiện…

Curtir

Convidado:
há 3 dias

Khi mình thử sử dụng https://fly88tb.com/ bằng một tay trên điện thoại, mình chú ý nhiều hơn đến khoảng cách thao tác và khả năng nhận diện nhanh thay vì quan sát chi tiết toàn bộ giao diện. Mình chọn bắn cá, game bài và xổ số để chuyển qua lại trong một phiên ngắn. Các khu vực tương đối dễ phân biệt nên mình không phải liên tục quay về điểm ban đầu mỗi khi muốn thay đổi nội dung. Phản hồi giữa các lượt chuyển khá đều và bố cục trên màn hình nhỏ vẫn giữ được logic quen thuộc. Sau vài lần sử dụng, mình nhớ được hướng đến những phần thường mở và giảm số lượt dò…

Curtir

Coleção ABRAFP | Mestres da Clínica Psicanalítica — livros introdutórios e clínicos sobre Freud, Melanie Klein, Ferenczi, Anna Freud e os principais autores da psicanálise, publicados pela ABRAFP International Press.

Coleção Clínica Psicanalítica em Foco — livros introdutórios sobre psicanálise, formação clínica, sofrimento psíquico e escuta do inconsciente, publicados pela ABRAFP International Press.

Depoimentos dos Psicanalistas Formados pela ABRAFP

Os relatos de nossos formandos revelam trajetórias singulares, marcadas pelo aprofundamento teórico, pela experiência clínica e por um compromisso ético com a escuta do sujeito. Muitos deles iniciaram esse percurso antes mesmo da formação completa, buscando compreender os fundamentos da psicanálise e o lugar do psicanalista na prática contemporânea.

Quero Solicitar Bolsa de Estudos:

Depoimento dos alunos

Marcelo da Costa

Psicanalista

Gostaria de expressar minha imensa gratidão à ABRAFP e à sua equipe excepcional, especialmente ao professor Diovane Avelino Souza, à psicanalista Andrea Machado Coutinho e à Ariana Morgado pelo seu dinamismo e dedicação.

A minha formação como psicanalista pela ABRAFP foi uma experiência enriquecedora que guardarei para sempre na memória. A instituição se destaca por ser comprometida em tempo integral com a formação dos seus alunos e oferecer um atendimento eficiente, respondendo às dúvidas e necessidades de forma ágil.

 

Além disso, a plataforma de ensino a distância oferecida pela ABRAFP é excepcional, permitindo aos alunos navegarem com precisão e flexibilidade, permitindo que cumpram todas as etapas necessárias para a sua formação e concluam seus trabalhos de forma eficiente.

Não posso deixar de mencionar a minha admiração pelo trabalho inspirador realizado pela ABRAFP e sua equipe especial. Estou profundamente agradecido pela oportunidade de fazer parte desta instituição excepcional.

Depoimento dos alunos

Érica Pires Conde

Psicanalista

A minha formação como psicanalista na ABRAFP foi uma experiência incrível e essencial para a minha carreira. A matriz curricular da instituição permitiu-me ter múltiplos olhares e estudar as teorias de grandes nomes da psicanálise, como Freud, Lacan, Winnicott, Melaine Klein, bem como as de psicanalistas contemporâneos.

Durante a minha formação, fui acompanhada por tutores experientes, que me avaliaram em dois momentos importantes: na análise pessoal e na supervisão. Na última etapa, percebi a importância do tutor em orientar os meus passos no setting proposto e avaliar o meu desempenho nas sessões.

A comunicação com a equipe ABRAFP foi excelente. Destaco a excelência dos serviços prestados pela psicanalista Ariana Morgado e pelo psicólogo e psicanalista Fabrício Leão Paes, que foram fundamentais para o meu aprendizado e desenvolvimento pessoal e profissional.

Em resumo, sou profundamente grato à ABRAFP por ter me proporcionado uma formação tão completa e enriquecedora. Sem dúvida, esta experiência será valiosa ao longo de toda a minha vida profissional.

Mais depoimentos

Endereços da ABRAFP

A ABRAFP está localizada na Avenida Paulista, número 171, 4º andar, bairro Bela Vista, em São Paulo, CEP 01310-000. Este endereço é exclusivamente destinado ao recebimento de correspondências e para questões fiscais, seja por entrega pessoal ou envio via correios. Para facilitar a comunicação e atender às suas necessidades, oferecemos os seguintes números de WhatsApp:

Polos Licenciados:

Polo Rio de Janeiro
Estado: Rio de Janeiro
CNPJ: 27.215.132/0001-97: Para informações sobre matrículas no polo do Rio de Janeiro, localizado na Rua Visconde de Piraja, nº 414, sala 718, Ipanema, CEP 22410-002, entre em contato via WhatsApp: +55 (21) 97260-5059

Polo Ribeirão Preto
Estado: São Paulo
CNPJ: 52.692.578/0001-50: Para informações sobre matrículas no polo de Ribeirão Preto, localizado na Rua Paschoal Bardaro, nº 1516, Bairro Jardim Botânico, CEP 14021-655, em São Paulo, contate-nos via WhatsApp: +55 (16) 99465-8046

Polo Belo Horizonte
Estado: Minas Gerais
Para informações sobre matrículas no polo de Belo Horizonte, localizado na Rua Carijós, nº 424, Bairro Centro, CEP 30120-901, em Minas Gerais, contate-nos via WhatsApp: 

A ABRAFP está em constante expansão e agora estamos em busca de parceiros para abrir novos polos por meio de licenciamento da nossa marca. Se você é empreendedor e deseja oferecer um curso de psicanálise renomado em sua região, esta é a oportunidade perfeita para você!

Ao se tornar um parceiro ABRAFP, você terá a oportunidade de oferecer o nosso curso de psicanálise, que tem uma matriz curricular abrangente e que possibilita múltiplos olhares, em sua região. Além disso, a ABRAFP é uma instituição reconhecida por sua excelência e qualidade no ensino.

Clique aqui e saiba mais

 

A ABRAFP oferece cursos de graduação e pós-graduação por meio de polos de educação a distância, ampliando o acesso à formação de qualidade em diversas regiões do país.

baixados (1) (2).png
  • Instagram ícone social
  • FaceBook
  • Spotify
  • Amazon
  • LinkedIn ícone social
  • Twitter Social Icon
  • YouTube Social  Icon
  • Pinterest
bottom of page