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Ah, a vastidão da mente humana, esse misterioso universo que carregamos dentro de nós. E do outro lado, temos o cosmos espiritual, tão vasto quanto, permeando o tecido da nossa existência. Rubem Alves, com sua prosa poética e contemplativa, certamente sorriria diante dessa dança entre a psicanálise e a religião, duas amantes que, por vezes, parecem estar em desacordo, mas que, no fundo, buscam o mesmo destino: entender a essência humana.
A psicanálise, filha de Freud, mergulha nas profundezas da alma, tentando desvendar seus enigmas. Ela busca compreender nossos medos, desejos e sonhos, desenterrando traumas e memórias esquecidas. Como um jardineiro cuidadoso, a psicanálise poda e rega nossas emoções, esperando que floresçam em entendimento.
Por outro lado, a religião, essa velha amiga da humanidade, olha para cima, para o divino, buscando respostas nas estrelas. Ela nos oferece rituais, histórias e crenças, tentando dar sentido à nossa existência efêmera. A religião canta canções de esperança, amor e transcendência, prometendo um reencontro com o sagrado.
Mas onde elas divergem? A psicanálise, em sua abordagem clínica, pode ver a religião como uma ilusão, um refúgio para mentes perturbadas. Argumenta que nossas crenças espirituais são meramente projeções dos nossos desejos inconscientes. A religião, por sua vez, pode ver a psicanálise como uma abordagem reducionista, que ignora o divino e se concentra apenas no ego humano.
No entanto, como Rubem Alves nos lembraria, há uma beleza nas convergências. Ambas, psicanálise e religião, são linguagens do coração. Elas buscam curar, consolar e guiar. Enquanto a psicanálise nos oferece um espelho para olharmos para dentro, a religião nos oferece uma janela para olharmos para fora, para o infinito.
E assim, nessa dança delicada e complexa, psicanálise e religião entrelaçam seus dedos, reconhecendo que ambas têm um papel na jornada humana. Rubem Alves, com sua sabedoria, nos diria para escutarmos ambas, para nos deleitarmos com suas melodias e aprendermos com suas lições. Porque, no final das contas, ambas buscam o mesmo: a compreensão da maravilhosa tapeçaria da vida.
Se você se interessa pela interseção entre psicanálise e religião, tenho uma sugestão valiosa para você. O livro "Evangelho Proibido, Mente Proibida: A Conspiração de Jesus e Freud" é uma obra reveladora que desafia nossas percepções sobre fé e a mente humana. A obra mergulha profundamente nas possíveis conexões entre os ensinamentos místicos de Jesus, especialmente como retratados no Evangelho de Tomé, e as teorias revolucionárias de Sigmund Freud sobre a psique humana.
Este livro não é apenas uma leitura, mas uma experiência que promete abalar suas convicções e expandir seus horizontes. Se você deseja explorar a dança complexa e fascinante entre a alma e o divino, "Evangelho Proibido, Mente Proibida" é uma escolha imperdível.
Não perca a oportunidade de mergulhar nesta provocativa jornada de autoconhecimento e espiritualidade. 🌟
Entre Relógios e Catedrais: Reflexões Sobre o Tempo
Em um reino distante, onde as sombras das montanhas tocavam os céus e os vales escondiam segredos antigos, duas instituições se destacavam: a Torre dos Relógios e a Grande Catedral.
Na Torre dos Relógios, trabalhava Samuel, o guardião do tempo. Ele era um psicanalista renomado, que acreditava que o tempo era essencial para desvendar os mistérios da mente humana. Em sua torre, ele não apenas consertava relógios, mas também ouvia as histórias e memórias daqueles que buscavam suas orientações. Para Samuel, cada tic-tac representava um momento de introspecção, uma oportunidade para explorar os recantos mais profundos da psique.
Do outro lado da cidade, na Grande Catedral, estava o Padre Benjamin. Ele ensinava sobre a graça divina e a promessa da eternidade. Para ele, o tempo na Terra era uma passagem, um teste de fé e devoção. Cada momento era uma chance de se aproximar de Deus, de refletir sobre os ensinamentos sagrados e de buscar a redenção.
Em uma tarde serena, Samuel visitou a catedral. Enquanto observava os vitrais e a arquitetura majestosa, encontrou-se com o Padre Benjamin.
"Padre", começou Samuel, "para mim, o tempo é uma ferramenta. Ele nos permite mergulhar em nosso íntimo, entender nossos medos e desejos, e encontrar a cura para as feridas da alma."
Padre Benjamin acenou compreensivamente. "Para nós, da fé cristã, o tempo é uma dádiva divina. Ele molda nossa jornada espiritual, nos permite crescer em graça e nos prepara para a vida eterna."
Os dois conversaram profundamente sobre suas perspectivas. Samuel falou sobre a importância de cada indivíduo reconhecer e enfrentar seu passado para encontrar a paz interior. Padre Benjamin, por sua vez, enfatizou a relevância da esperança e do perdão, e como o tempo é essencial para a renovação espiritual.
Ao final da conversa, ambos reconheceram que, embora suas abordagens fossem diferentes, o tempo era fundamental tanto para a cura da alma quanto para a conexão com o divino.
E assim, naquele reino distante, a Torre dos Relógios e a Grande Catedral permaneceram como pilares da comunidade, lembrando a todos que o tempo, seja para a introspecção ou para a fé, é o tecido que une a humanidade em sua busca por significado e propósito.

Formação online • ABRAFP
Uma formação estruturada para graduados de diferentes áreas, com estudo flexível, análise didática e supervisão clínica incluídas no percurso.

Você estuda no seu ritmo, com uma sequência formativa clara e orientação institucional ao longo do percurso.
Aulas gravadas, acesso online e início imediato.
Acolhimento, tutoria e acompanhamento institucional ao longo do percurso.
Autores clássicos, clínica contemporânea, cultura e subjetividade.
A sequência formativa articula estudo teórico, elaboração pessoal e escuta clínica supervisionada.
Estudo aprofundado dos fundamentos da psicanálise, de seus autores centrais e de seus desenvolvimentos clínicos e culturais.
Componente incluído no investimento, realizado conforme os critérios e a organização pedagógica da ABRAFP.
Acompanhamento incluído no percurso para desenvolver escuta, manejo da transferência e interpretação psicanalítica.
Uma coordenação presente reúne responsabilidade técnica, experiência clínica, acolhimento e produção intelectual.

Psicanalista e mestre em Psicologia Infantil e do Adolescente. Atua em desenvolvimento psíquico, clínica contemporânea e formação institucional; conduz o Encontro de Acolhimento e é revisora editorial da ABRAFP International Press.
Coordenação • Acolhimento • Revisão editorial
Psicólogo pela UFMG (CRP 04/34510), pós-graduado em Psicanálise e licenciado em Letras. É coordenador geral e responsável técnico da Formação, com atuação na supervisão clínica institucional.
Coordenação geral • Responsabilidade técnica
Psicanalista, escritor, editor e fundador da ABRAFP. Possui estudos de Filosofia pela PUC Minas e pelo ISTA e pós-graduação em Psicanálise e em Neuropsicologia; coordena o percurso formativo e projetos da ABRAFP International Press.
Fundador • Coordenação da FormaçãoEm um encontro agendado, a psicanalista Ariana Morgado Ribeiro Leão apresenta a ABRAFP, esclarece o funcionamento da Formação e ajuda o aluno a organizar os primeiros passos.
Encontro de Acolhimento
Encontro de caráter acolhedor, formativo e institucional. Não corresponde a sessão de análise, supervisão clínica, avaliação psicológica ou atendimento de urgência.
Ao cumprir os requisitos de cada certificação, o aluno recebe dois documentos distintos: um emitido pela ABRAFP e outro pela instituição de ensino superior parceira.
Emitido pela ABRAFP após o cumprimento das 24 disciplinas e dos demais requisitos do percurso formativo.
Transparência: a Formação em Psicanálise é uma formação livre e não é apresentada como curso reconhecido pelo MEC.
Emitido pela instituição de ensino superior parceira após o cumprimento dos requisitos acadêmicos específicos da pós-graduação.
“Uma experiência enriquecedora, com uma equipe comprometida e atendimento ágil às dúvidas e necessidades dos alunos.”
“A matriz curricular permitiu múltiplos olhares e o estudo de grandes nomes da psicanálise, com acompanhamento em análise e supervisão.”
O vínculo institucional cria caminhos de continuidade para estudo, circulação de ideias e produção intelectual.
Após a conclusão, o formando passa a integrar a rede institucional de egressos e psicanalistas da ABRAFP.
Possibilidade de apresentar e divulgar produções intelectuais nos canais e iniciativas institucionais, conforme critérios de participação.
Originais de livros podem ser submetidos à avaliação editorial da editora, sujeitos aos critérios editoriais e às condições contratuais.
Comunidade ABRAFP: a ABRAFP também mantém uma comunidade de assinatura para estudo contínuo. Ela é uma oferta independente e o acesso não está incluído nesta Formação.
VER INVESTIMENTOO investimento inclui as 24 disciplinas, análise didática, supervisão clínica, acolhimento institucional e a emissão dos dois certificados após o cumprimento dos respectivos requisitos.
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Apresenta a história, o método, os conceitos fundamentais e o campo de atuação da Psicanálise.
Estuda os fundamentos do pensamento freudiano e a construção inicial da teoria do inconsciente.
Examina quadros psicopatológicos, classificações psiquiátricas e o diálogo responsável com a psicofarmacologia.
Investiga as relações entre corpo, afeto e conflito psíquico na formação e na escuta dos sintomas.
Aborda sexualidade, desenvolvimento psicossexual e manifestações clínicas sob a perspectiva psicanalítica.
Desenvolve leitura crítica, pesquisa, produção acadêmica e princípios éticos do trabalho científico.
Aprofunda os conceitos freudianos e suas articulações com a técnica, a clínica e a compreensão do sujeito.
Estuda estruturas psíquicas, mecanismos de defesa, formação de sintomas e critérios de escuta clínica.
Apresenta a história, os fundamentos, as possibilidades e os limites da hipnose em diálogo com a Psicanálise.
Estuda o trabalho do sonho, seus mecanismos e o lugar da interpretação na teoria e na prática clínica.
Analisa os vínculos entre inconsciente, civilização, laços sociais, religião e fenômenos coletivos.
Explora as relações da Psicanálise com a criação literária, o pensamento filosófico e a linguagem.
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Integra desenvolvimentos avançados da obra de Freud e suas consequências para a teoria e a clínica.
Estuda enquadre focal, intervenções em tempo delimitado, indicações, manejo técnico e limites clínicos.
Apresenta relações de objeto, posições psíquicas, fantasias inconscientes e a contribuição clínica de Klein.
Examina pensamento, função continente, vínculos e dinâmica de grupos na teoria e na clínica de Bion.
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Introduz o retorno a Freud, o inconsciente estruturado como linguagem e os registros Real, Simbólico e Imaginário.
Aprofunda sujeito, desejo, gozo, discurso e as consequências clínicas dos desenvolvimentos lacanianos.
Investiga signo, significante, produção de sentido e leitura dos discursos e sintomas na clínica.
Discute ética do desejo, posição do analista, poder, instituições e dimensões políticas da prática.
Aborda teorias psicanalíticas do autismo, singularidade da escuta e diálogo com outras áreas de cuidado.
Examina interfaces entre subjetividade e Direito em temas como responsabilidade, família, violência e instituições.