Estude no seu ritmo
Aulas gravadas, acesso online e início imediato.


Você já se perguntou por que repetimos padrões, sofremos com memórias antigas, sentimos angústias sem explicação aparente ou permanecemos presos a conflitos que nem sempre compreendemos?
A Psicanálise nasceu justamente para escutar esse território invisível da vida humana: o inconsciente.
Por isso, quem se aproxima da Psicanálise costuma chegar movido por algo muito profundo. Não se trata apenas de curiosidade intelectual. Trata-se do desejo de compreender a alma humana, de escutar o sofrimento com seriedade, de ler o que está por trás dos sintomas, das repetições, dos afetos e das escolhas. Trata-se, muitas vezes, do desejo de ajudar o outro — e, ao mesmo tempo, transformar a si mesmo.
Mas nesse caminho surge uma pergunta decisiva: é melhor fazer uma graduação ou iniciar uma formação em Psicanálise?
A resposta exige clareza.
E hoje, mais do que antes, o próprio cenário educacional brasileiro mostra que essas duas coisas não são equivalentes. Em 23 de janeiro de 2026, a Portaria SERES/MEC nº 3 alterou a denominação dos cursos que vinham sendo ofertados como “Psicanálise (Bacharelado)”, passando a registrá-los como “Estudos Teóricos Psicanalíticos e Sociais (Bacharelado)”. A própria portaria lista a substituição da nomenclatura nos cursos atingidos.
Essa mudança foi importante porque tornou mais nítida uma distinção que as escolas de Psicanálise sustentam há muito tempo: uma coisa é o estudo acadêmico, teórico e social da Psicanálise; outra, muito diferente, é a formação do psicanalista. Segundo o Movimento Articulação, divulgado pela Escola Letra Freudiana, a nova denominação vincula esses cursos exclusivamente à área CINE de Ciências Sociais, Comunicação e Informação, sem enquadramento nas áreas da saúde nem da formação clínica.
A própria ABRAFP também se posiciona com clareza sobre isso. Em seu site institucional, afirma que a formação psicanalítica é diferente de graduação, porque a graduação organiza o estudo conceitual de uma área, enquanto a formação psicanalítica envolve a constituição do analista por meio de um percurso que articula teoria, análise pessoal e supervisão clínica. A ABRAFP também afirma que a mudança de nomenclatura acadêmica passou a situar esses cursos como um campo universitário teórico, distinto da formação clínica do psicanalista.
Durante algum tempo, muitos estudantes passaram a associar a ideia de “graduação em Psicanálise” à impressão de que o caminho universitário, por si só, bastaria para formar um psicanalista. A mudança oficial de nome mostrou que essa compreensão precisava ser refinada.
Ao deixar de utilizar a nomenclatura direta “Psicanálise” e adotar “Estudos Teóricos Psicanalíticos e Sociais”, o sistema oficial passou a delimitar esses bacharelados como formações de natureza acadêmica, conceitual e social. Isso não significa que sejam inúteis.
Significa apenas que possuem outra natureza. Seu foco é o estudo universitário do campo, não a constituição clínica do analista.
E essa distinção não foi feita apenas por órgãos educacionais. A Sociedade Psicanalítica da Paraíba afirmou, em carta aberta publicada em 29 de janeiro de 2026, que a nova denominação contribui para a precisão conceitual e para a proteção ética do campo psicanalítico. Ou seja: a mudança foi vista como um passo importante para evitar que o estudo universitário seja confundido com a formação analítica propriamente dita.
As instituições psicanalíticas sérias nunca sustentaram que um diploma, isoladamente, forma um analista.
A posição histórica das escolas é outra: o psicanalista se constitui em um percurso que não se reduz a aulas, provas ou conteúdo programático. Ele se forma em uma travessia sustentada por três pilares inseparáveis: teoria, análise e supervisão.
É exatamente essa lógica que aparece no posicionamento institucional da ABRAFP, ao afirmar que estudar conceitos e realizar uma formação não são processos equivalentes; que a universidade transmite conhecimento teórico; e que a formação clínica exige experiência, escuta, análise pessoal e supervisão.
Também é nessa direção que o texto da Escola Letra Freudiana aponta, ao defender que os bacharelados com a nova nomenclatura se situam no plano teórico e social, sem equivaler à formação clínica do psicanalista.
Em outras palavras: o diploma pode registrar estudo.
Mas a formação psicanalítica constitui posição clínica.
E essa diferença é tudo.
A graduação pode ser um caminho válido para quem deseja um percurso universitário, produção acadêmica, leitura sistemática, pesquisa e titulação formal no ensino superior. Ela organiza conteúdos, referencia autores, sistematiza conceitos e situa a Psicanálise no universo acadêmico. Isso tem valor e pode interessar a muitas pessoas. A própria mudança de nomenclatura reforça esse lugar: trata-se de um campo de estudos teóricos e sociais.
Mas a pergunta que realmente importa para quem deseja seguir a via psicanalítica é outra: isso basta para formar um psicanalista?
A resposta das escolas, das sociedades e da própria ABRAFP é clara: não.
A Formação em Psicanálise da ABRAFP não se limita ao ensino conceitual. Ela se organiza como percurso formativo orientado pelo tripé clássico da Psicanálise: rigor teórico, análise didática e supervisão. Em sua página institucional, a ABRAFP apresenta a formação como um curso de 2 anos (1.440 horas), com modelo flexível, articulando teoria, análise e estágio supervisionado.
Mais do que isso: a ABRAFP afirma que sua formação não se encerra em um diploma, mas é compreendida como um processo contínuo de estudo, análise, supervisão e reflexão clínica, porque tornar-se psicanalista significa assumir um compromisso permanente com a formação.
Aqui está o ponto decisivo:
A graduação pode oferecer um enquadramento universitário.
A ABRAFP oferece uma formação estruturante.
A graduação pode organizar conteúdos.
A ABRAFP organiza um percurso de constituição clínica.
A graduação pode entregar um diploma acadêmico.
A ABRAFP entrega um caminho sustentado pela lógica real da formação psicanalítica.
A graduação pode responder ao desejo de ter uma titulação.
A ABRAFP responde ao desejo mais profundo: iniciar, de fato, a trajetória de quem quer tornar-se psicanalista.
Porque a Psicanálise não é um campo que se improvisa.
Ela exige leitura rigorosa.
Exige escuta refinada.
Exige interpretação.
Exige análise pessoal.
Exige supervisão.
Exige tempo.
Exige continuidade.
A própria ABRAFP afirma que uma escola de Psicanálise não é apenas um curso, mas um espaço contínuo de estudo, investigação teórica e prática clínica, no qual a formação não ocorre por etapas isoladas, mas por continuidade de trabalho ao longo do tempo. Também afirma que o percurso básico se organiza em aproximadamente dois anos, enquanto o estudo e a elaboração permanecem contínuos ao longo da prática clínica.
É exatamente isso que diferencia uma proposta formativa séria de uma promessa superficial.
Na ABRAFP, você não encontra apenas informações sobre Psicanálise.
Você encontra inserção em uma escola que compreende a formação como processo.
Você não encontra apenas autores.
Encontra um modo de atravessar esses autores.
Você não encontra apenas conteúdos.
Encontra um trabalho progressivo de escuta, leitura clínica e amadurecimento da posição do analista.
Você não encontra apenas certificado.
Encontra direção, estrutura e continuidade institucional. A própria ABRAFP informa que, após o ciclo básico, o participante permanece integrado ao espaço institucional, com atividades regulares de aprofundamento teórico, acompanhamento clínico e atualização conceitual.
A ABRAFP não tenta encurtar o caminho da Psicanálise.
Ela respeita o caminho.
Não vende atalhos.
Sustenta fundamentos.
Não alimenta a fantasia de que a simples obtenção de um título basta.
Afirma, com responsabilidade, que o analista se forma em percurso.
Sua proposta institucional é clara: teoria, análise, supervisão e continuidade.
E é justamente por isso que a ABRAFP se torna a melhor escolha para quem está procurando algo mais sério do que uma nomenclatura acadêmica. Quem busca apenas um nome bonito no diploma talvez ainda se deixe seduzir pela aparência formal da graduação. Mas quem compreende a profundidade da Psicanálise percebe que o verdadeiro valor está na formação que prepara para a escuta, para a ética e para o trabalho clínico.
A formação da ABRAFP é para quem deseja ir além do superficial.
Para quem não quer apenas aprender conceitos, mas compreender o sujeito humano em profundidade.
Para quem sente que a Psicanálise não é uma curiosidade passageira, mas um chamado de estudo, escuta e transformação.
Para quem quer trilhar um percurso sério, sustentado, institucionalmente organizado e comprometido com aquilo que o campo psicanalítico sempre considerou essencial.
Segundo a própria ABRAFP, a formação é destinada a pessoas interessadas em compreender o funcionamento psíquico de modo aprofundado, exigindo disposição para leitura, interpretação e reflexão contínuas.
No fim, a pergunta não é apenas:
“qual curso parece mais oficial?”
A pergunta verdadeira é:
“qual caminho realmente me aproxima da formação psicanalítica?”
Se você quer apenas estudar a Psicanálise como objeto acadêmico, a graduação pode parecer suficiente.
Mas se você quer entrar em um percurso mais coerente com a tradição do campo, com base em teoria, análise e supervisão, a Formação em Psicanálise da ABRAFP oferece muito mais do que uma nomenclatura: oferece trajetória.
Porque a Psicanálise não se reduz àquilo que se declara no papel.
Ela se revela na qualidade do percurso que transforma a escuta, o pensamento e a posição de quem a estuda.
Se você deseja uma formação séria, profunda e comprometida com a verdadeira tradição psicanalítica, este é o seu momento.
Escolha mais do que um título.
Escolha mais do que uma aparência de formação.
Escolha um caminho consistente.
Venha para a ABRAFP.
Inicie sua Formação em Psicanálise com teoria, análise e supervisão.
Dê o primeiro passo em uma trajetória que não termina em um diploma — mas começa em uma formação de verdade.
Ao final deste formulário, talvez a pergunta mais importante não seja apenas onde estudar, mas com qual instituição você deseja construir sua trajetória. A ABRAFP se diferencia por unir formação, pesquisa e produção editorial própria, por meio da ABRAFP International Press, selo fundado em 2022 para publicar obras em Psicanálise e Filosofia e ampliar sua circulação no Brasil e no exterior. Seu fundador, Deivede Eder Ferreira, desenvolve uma obra de alcance internacional, com publicações em diferentes idiomas, e assina, entre outros títulos em inglês, Does the Unconscious Desire Determine the Way We Die?: The New Theory of Phantasmatic Death, apresentado pela própria instituição como uma contribuição teórica contemporânea ao debate psicanalítico. Escolher a ABRAFP é escolher uma escola que não apenas transmite conhecimento, mas também produz pensamento, publica obras e sustenta uma presença intelectual que ultrapassa os limites da sala de aula.
Formação online • ABRAFP
Uma formação estruturada para graduados de diferentes áreas, com estudo flexível, análise didática e supervisão clínica incluídas no percurso.

Você estuda no seu ritmo, com uma sequência formativa clara e orientação institucional ao longo do percurso.
Aulas gravadas, acesso online e início imediato.
Acolhimento, tutoria e acompanhamento institucional ao longo do percurso.
Autores clássicos, clínica contemporânea, cultura e subjetividade.
A sequência formativa articula estudo teórico, elaboração pessoal e escuta clínica supervisionada.
Estudo aprofundado dos fundamentos da psicanálise, de seus autores centrais e de seus desenvolvimentos clínicos e culturais.
Componente incluído no investimento, realizado conforme os critérios e a organização pedagógica da ABRAFP.
Acompanhamento incluído no percurso para desenvolver escuta, manejo da transferência e interpretação psicanalítica.
Uma coordenação presente reúne responsabilidade técnica, experiência clínica, acolhimento e produção intelectual.

Psicanalista e mestre em Psicologia Infantil e do Adolescente. Atua em desenvolvimento psíquico, clínica contemporânea e formação institucional; conduz o Encontro de Acolhimento e é revisora editorial da ABRAFP International Press.
Coordenação • Acolhimento • Revisão editorial
Psicólogo pela UFMG (CRP 04/34510), pós-graduado em Psicanálise e licenciado em Letras. É coordenador geral e responsável técnico da Formação, com atuação na supervisão clínica institucional.
Coordenação geral • Responsabilidade técnica
Psicanalista, escritor, editor e fundador da ABRAFP. Possui estudos de Filosofia pela PUC Minas e pelo ISTA e pós-graduação em Psicanálise e em Neuropsicologia; coordena o percurso formativo e projetos da ABRAFP International Press.
Fundador • Coordenação da FormaçãoEm um encontro agendado, a psicanalista Ariana Morgado Ribeiro Leão apresenta a ABRAFP, esclarece o funcionamento da Formação e ajuda o aluno a organizar os primeiros passos.
Encontro de Acolhimento
Encontro de caráter acolhedor, formativo e institucional. Não corresponde a sessão de análise, supervisão clínica, avaliação psicológica ou atendimento de urgência.
Ao cumprir os requisitos de cada certificação, o aluno recebe dois documentos distintos: um emitido pela ABRAFP e outro pela instituição de ensino superior parceira.
Emitido pela ABRAFP após o cumprimento das 24 disciplinas e dos demais requisitos do percurso formativo.
Transparência: a Formação em Psicanálise é uma formação livre e não é apresentada como curso reconhecido pelo MEC.
Emitido pela instituição de ensino superior parceira após o cumprimento dos requisitos acadêmicos específicos da pós-graduação.
“Uma experiência enriquecedora, com uma equipe comprometida e atendimento ágil às dúvidas e necessidades dos alunos.”
“A matriz curricular permitiu múltiplos olhares e o estudo de grandes nomes da psicanálise, com acompanhamento em análise e supervisão.”
O vínculo institucional cria caminhos de continuidade para estudo, circulação de ideias e produção intelectual.
Após a conclusão, o formando passa a integrar a rede institucional de egressos e psicanalistas da ABRAFP.
Possibilidade de apresentar e divulgar produções intelectuais nos canais e iniciativas institucionais, conforme critérios de participação.
Originais de livros podem ser submetidos à avaliação editorial da editora, sujeitos aos critérios editoriais e às condições contratuais.
Comunidade ABRAFP: a ABRAFP também mantém uma comunidade de assinatura para estudo contínuo. Ela é uma oferta independente e o acesso não está incluído nesta Formação.
VER INVESTIMENTOO investimento inclui as 24 disciplinas, análise didática, supervisão clínica, acolhimento institucional e a emissão dos dois certificados após o cumprimento dos respectivos requisitos.
12x de R$ 790,00
Total de R$ 9.480,00 no cartão de crédito.
Pagamento processado no ambiente da Hotmart. As condições finais de parcelamento são apresentadas no checkout.
Preencha o formulário abaixo para receber informações sobre a matrícula ou fale diretamente com a equipe da ABRAFP pelo WhatsApp.
Envie seus dados e a equipe entrará em contato com você.
As 24 disciplinas têm 60 horas cada e seguem uma sequência formativa. Pesquise um tema ou abra os itens para conhecer os conteúdos.
Apresenta a história, o método, os conceitos fundamentais e o campo de atuação da Psicanálise.
Estuda os fundamentos do pensamento freudiano e a construção inicial da teoria do inconsciente.
Examina quadros psicopatológicos, classificações psiquiátricas e o diálogo responsável com a psicofarmacologia.
Investiga as relações entre corpo, afeto e conflito psíquico na formação e na escuta dos sintomas.
Aborda sexualidade, desenvolvimento psicossexual e manifestações clínicas sob a perspectiva psicanalítica.
Desenvolve leitura crítica, pesquisa, produção acadêmica e princípios éticos do trabalho científico.
Aprofunda os conceitos freudianos e suas articulações com a técnica, a clínica e a compreensão do sujeito.
Estuda estruturas psíquicas, mecanismos de defesa, formação de sintomas e critérios de escuta clínica.
Apresenta a história, os fundamentos, as possibilidades e os limites da hipnose em diálogo com a Psicanálise.
Estuda o trabalho do sonho, seus mecanismos e o lugar da interpretação na teoria e na prática clínica.
Analisa os vínculos entre inconsciente, civilização, laços sociais, religião e fenômenos coletivos.
Explora as relações da Psicanálise com a criação literária, o pensamento filosófico e a linguagem.
Investiga cultura, subjetividade, sistemas simbólicos e modos de constituição dos vínculos humanos.
Integra desenvolvimentos avançados da obra de Freud e suas consequências para a teoria e a clínica.
Estuda enquadre focal, intervenções em tempo delimitado, indicações, manejo técnico e limites clínicos.
Apresenta relações de objeto, posições psíquicas, fantasias inconscientes e a contribuição clínica de Klein.
Examina pensamento, função continente, vínculos e dinâmica de grupos na teoria e na clínica de Bion.
Estuda ambiente facilitador, holding, fenômenos transicionais e processos de amadurecimento emocional.
Introduz o retorno a Freud, o inconsciente estruturado como linguagem e os registros Real, Simbólico e Imaginário.
Aprofunda sujeito, desejo, gozo, discurso e as consequências clínicas dos desenvolvimentos lacanianos.
Investiga signo, significante, produção de sentido e leitura dos discursos e sintomas na clínica.
Discute ética do desejo, posição do analista, poder, instituições e dimensões políticas da prática.
Aborda teorias psicanalíticas do autismo, singularidade da escuta e diálogo com outras áreas de cuidado.
Examina interfaces entre subjetividade e Direito em temas como responsabilidade, família, violência e instituições.